Modificações corporais sempre me fascinaram, assim como sempre me deixaram com medo, eu achava bonito mas não queria sentir dor pra fazê-las. Acho até que comecei um pouco cedo, fiz a minha primeira tatuagem com 13 anos, então, não parei mais!
A partir desse momento, aquele medo se transformou numa sensação diferente, eu descobri que aquilo que antes de passar pelas modificações eu imaginava que seria dor, é prazer.
Há algum tempo já eu queria colocar piercing no mamilo, mas tinha certo receio por ser num lugar muito mais sensível do que os outros que eu tenho piercing ou tatuagem. Durante a elaboração do nosso projeto pro documentário a vontade cresceu, e eu criei coragem, não só quanto ao mamilo, mas pra qualquer modificação que eu pudesse fazer, chegou uma hora em que eu disse, "eu tô apostando nesse documentário e tô disposta a qualquer modificação por ele!".
Então, no sábado estávamos no estúdio do João conversando com ele sobre o nosso projeto, e surgiram vontade e coragem imensas pra colocar o piercing, e antes mesmo de eu falar pra equipe sobre isso, eu já tava com aquele frio na barriga que antecede o prazer de fazer alguma coisa que a gente quer muito.
Sugeri fazer o piercing naquela hora e a equipe se mostrou surpresa, mas logo estavam todos de acordo.
Subimos eu e a equipe junto com o João, e pra mim o tempo de preparação foi muito longo, e a partir daí fica difícil descrever as sensações. O João preparou tudo e pediu pra eu deitar na mesa(?), cama(?), maca(?) e aí o tempo passou voando. Eu tava alí deitada, enxergando os meus peitos e as mãos do João, senti um pouco de medo, enxerguei mãos com luvas, catéter, pinça, ele disse "no três eu furo, um, dois..." e tava pronto. Senti dor, mas não foi ruim, nunca é, muito pelo contrário. E aí vem a melhor sensação, que é quando tu relaxa e tá feito! É indescritível, ao menos não me vêm palavras pra explicar.
Muito bom!
Pronto, criei coragem e postei aqui.
Helena Agra, diretora de fotografia
A partir desse momento, aquele medo se transformou numa sensação diferente, eu descobri que aquilo que antes de passar pelas modificações eu imaginava que seria dor, é prazer.
Há algum tempo já eu queria colocar piercing no mamilo, mas tinha certo receio por ser num lugar muito mais sensível do que os outros que eu tenho piercing ou tatuagem. Durante a elaboração do nosso projeto pro documentário a vontade cresceu, e eu criei coragem, não só quanto ao mamilo, mas pra qualquer modificação que eu pudesse fazer, chegou uma hora em que eu disse, "eu tô apostando nesse documentário e tô disposta a qualquer modificação por ele!".
Então, no sábado estávamos no estúdio do João conversando com ele sobre o nosso projeto, e surgiram vontade e coragem imensas pra colocar o piercing, e antes mesmo de eu falar pra equipe sobre isso, eu já tava com aquele frio na barriga que antecede o prazer de fazer alguma coisa que a gente quer muito.
Sugeri fazer o piercing naquela hora e a equipe se mostrou surpresa, mas logo estavam todos de acordo.
Subimos eu e a equipe junto com o João, e pra mim o tempo de preparação foi muito longo, e a partir daí fica difícil descrever as sensações. O João preparou tudo e pediu pra eu deitar na mesa(?), cama(?), maca(?) e aí o tempo passou voando. Eu tava alí deitada, enxergando os meus peitos e as mãos do João, senti um pouco de medo, enxerguei mãos com luvas, catéter, pinça, ele disse "no três eu furo, um, dois..." e tava pronto. Senti dor, mas não foi ruim, nunca é, muito pelo contrário. E aí vem a melhor sensação, que é quando tu relaxa e tá feito! É indescritível, ao menos não me vêm palavras pra explicar.
Muito bom!
Pronto, criei coragem e postei aqui.
Helena Agra, diretora de fotografia

Quando abri o blog e vi tua postagem, senti que ele começava a ficar completo, que começava a ser preenchido!
ReplyDeleteBelo relato, Lena!
Beijos,
pruX